quinta-feira, 25 de março de 2010

Talvez algum dia...


Talvez algum dia eu acorde e queira que você seja novamente o motivo das minhas mudanças repentinas de humor.

Talvez algum dia eu perceba que foi um erro deixar tudo pra trás e partir pro desconhecido. Mas você sempre soube, eu adoro as incertezas - as surpresas.

Hoje - quem sabe - eu posso olhar pro lado e sentir novamente que você é a pessoa que eu quero fazer sorrir, ter do meu lado acima de tudo - acima de qualquer distância. Mas eu ainda quero distância.

Talvez lendo isso você perceba que eu não te esqueci - por mais que eu desejasse - e que outra pessoa no meio da nossa relação só vai fazer tudo ficar mais confuso do que já está.


Eu detesto assumir, mas eu sinto a sua falta.


Talvez algum dia isso possa mudar, se você mudar.


bjs :*

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Depois de um tempo...


Depois de um tempo vivendo tantas desilusões, eu desisti de tentar. Não consegui mais ver um futuro para Nós.
Foram tantas mágoas, tantas palavras distorcidas, que ficamos irreversivelmente feridos. Por "atos impensados", você demonstrou o que não tinhamos coragem para assumir. É, meu bem, ali era o fim - você também sentiu.
Foi incrível perceber o quanto somos vulneráveis às pessoas que amamos.
Depois daquilo foi como se meu organismo aos poucos criasse um tipo de anticorpos "anti-você"; o que quer que venha de você já não me faz tão bem.
E mesmo depois de tudo, não pense que te quero mal, mas não quero passar por tudo aquilo novamente.
Sinseramente,

Eu te amo, quero que você seja feliz e que fique bem.
Bem longe de mim. *-*

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Bem...



Lendo uma antiga agenda minha , pude ver o quanto mudei nesses útimos meses . E não foi só no corte de cabelo , ou na maneira de me vestir (apesar de tudo que eu sinto ser incovenientemente externado) . Pra quem vê de fora eu continuo a mesma , e de certa forma sou - continuo a mesma esstressada-sensível . MUITO careta diga-se de passagem . haha
Mudei com o que considero ser "meus conceitos".
Meu ponto de vista sofreu algum tipo de acidente e o dano é irreversível.
Podem considerar isso loucura, mas eu acho que assim é melhor.

No meio dessa mudança perdi e ganhei muito . Ganhei mais do que perdi , mas o que perdi me faz muita falta . Oras , que tipo de egoísta eu sou ?! Do pior tipo possível : o tipo pocessiva - num bom sendido, se é que exise bom sentido pra isso. (:
Devo confessar que todas essas mudanças se devem à todas essas perdas e ganhos (e à um ganho especial , mas isso é pra outra hora) , que me fizeram ver que existe outra maneira de ver o mundo a não ser a minha .
Também confesso que não dei tanta importância à essas mudanças todas até dar de cara com o antigo "eu". Foi totalmente frustrante ver que tipo de pessoa eu era , e chegar a ter que questionar aos meus amigos como eles conseguiam conviver comigo . Eu era o tipo mais fútil , mais cabeça dura , mais insuportável.

Mas o bom da vida é que podemos ser muito maiores do que um passado qualquer .
Podemos ser muito melhores do que aquilo que já fizemos .

sábado, 23 de janeiro de 2010

O meu Problema.


O meu problema é me apegar demaias.
Me apegar à coisas que pra você parece não ter tanta importância assim.
Me apeguei a você.
Isso poderia resumir tudo, mas foi só o começo. Por enquanto, havia me apegado apenas ao físico.
Me apeguei ao teu sorriso.
Aquele brincalhão, aquele compreensivo, o nervoso, o teu sorriso tímido, aquele pensativo, aquele tarado, aquele que você dá quando diz ' você sabe que eu te amo! ' . E pra cada sorriso, uma nova face de você surgia, fazendo com que eu me encantasse e quizesse descobrir mais e mais. Um novo você a cada dia.
E quando eu pensava que gostava demais, que não tinha mais como eu me encantar por você, "descubro" o teu abraço.
Foi como se o mundo quase parasse de girar, eu via tudo em câmera lenta. Eu poderia ficar ali quanto tempo fosse que eu não iria querer sair, era o meu lugar no mundo.
Mas aí você chegou, sorriu me abraçou e olhou pra mim.
Não olhou como das outras vezes, era como se você realmente tivesse me visto. No teu olhar eu me vi e percebi que ali seria o meu mais nítido espelho, onde eu veria o melhor de mim - sempre.
Daquele momento em diante o som da sua voz passou a ser a minha música preferida, e eu fazia a minha vida seguir o ritmo da sua respiração.


E então, eu percebi que você era tudo o que eu mais queria.
E tudo o que eu não poderia ter.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

:)

Eu realmente gostaria de fazer sentido.
Consigo ver perfeitamente o estranhamento que causo em algumas pessoas. Essa intensidade desmedida choca, e gera dúvidas acerca da autenticidade de tudo que eu sinto. Mas eu sinto. E sinto muito, tanto que chega a parecer que é mentira, encenação, que eu não sinto absolutamente nada. É como um vício, como se eu estivesse sempre procurando um motivo pra sair da normalidade, do stand by, pra transcender a vida comum e os sentimentos amenos. É como se eu me forçasse a apaixonar-me toda semana, e sempre por um novo alguém. Eu chego ao cúmulo de quase-inventar histórias, quando encontro dificuldade em vivê-las de verdade. Mas eu as invento de forma tão convincente que a maioria delas se transcreve na minha vida, nos meus dias. Eu realmente gostaria de ser compreendida. Isso me leva a concluir que somos realmente capazes de viver as histórias que inventamos, mas não como o lunático que crê ser Napoleão Bonaparte. É que com alguma insistência, um pouco de prática e um punhado de sorte, eu fui capaz de te trazer pra minha história, que acabei de começar a escrever. Você nem sabe que faz parte dela, que age conforme regem as linhas que eu escrevo, mas você já foi escalada pro seu papel, e ele é de protagonista.
Eu realmente gostaria que você acreditasse em mim.
Cabe a mim viver essa história, de forma tão fiel que mentira e verdade se fundam em uma narrativa com início, meio, e um fim, cujo decreto cabe à minha caneta. Cabe a você deixar-se ser escrito, e eu tenho muita coisa pra contar. E não precisa dizer que eu não te conheço, que isso não faz sentido, que eu estou enlouquecendo. Eu sei muito bem disso. Sei que os diagnósticos possíveis sao muitos e que os prováveis são alguns, mas meu médico sou eu mesmo e eu acabo de receber alta.
Eu realmente gostaria.

Diary of Vampire


É a primeira vez que prefiro um seriado de TV à um livro (tive que registrar essa). Não só pelos atores, mas a série é uma das melhores que eu já vi - se não for a melhor.
Pra quem achava Bella Swan sortuda por ter um vampiro aos seus pés, Elena tem dois: Stefan, e seu irmão do mal Damon Salvatore. Apesar de ter certeza de seu amor por Stefan, Elena balança cada vez que Damon está por perto. Os dois amam e tem sede do sangue da mesma mulher - assim como aconteceu com Katherine, ex dos Brothers.
Houve muita comparação dessa série com "Twilight". Mas o que pouca gente sabe, é que "Diary of Vampire" é mais antigo que "Twilight", portanto, nada de plágios.
Os irmãos Stefan e Damon Salvatore são vividos por Paul Wesley e Ian Somehalder, dois atore lindos e super talentosos.
Vale muito a pena conferir. :)
O link abaixo é para download dos capítulos da série. Todos dublados.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Oi.

Bom, bati meu récorde hoje.
Dois dias sem brigar com meu pai.
É meio estranho pra "um cão e um gato" passarem 48 horas sem ao menos se estranhar.
Ou o cão fazer o que o gato quer sem reclamar ou dizer: DEPOIS.

Daqui dois dias acho que vou embora de casa. Três no MÁXIMO.
Há um mês atrás eu tava com uma puta anciosidade pra esse dia chegar logo. Hoje eu penso diferente: vou acordar numa casa diferente, onde eu não conheço meus vizinhos, sem minha mãe por perto e sem os meus amigos. - pior parte, pra mim.
Eu tô piraaando!
AH! Essa casa pra qual eu vou, tem internet. LIMITADA.
DEUS, que buraaaaaco!
Vou sentir muita falta da minha casa. Tanto que nem sei descrever, =/

Vontade de Pizza e coca-cola. :)

Sobre a saudade.


Saudade não é o que a gente sente quando a pessoa vai embora. Seria muito simples acenar um 'tchau' e contentar-se com as memórias, com o passado. Saudade não é ausência. É a presença, é tentar viver no presente. Saudades são todas as coisas que estão lá para nos dizer que não, a pessoa não foi embora. Muito pelo contrário: ela ficou, e de lá não sai. A ausência ocupa espaço, ocupa tempo, ocupa a cabeça, até demais. E faz com que a gente invente coisas, nos leva para tão próximo da total loucura quanto é permitido, para alguém em cujo prontuário se lê "sadio". Ela faz a gente realmente acreditar que enlouquecemos. Ela nos deixa de cama, mesmo quando estamos fazendo todas as coisas do mundo. Todas e ao mesmo tempo. É o transtorno intermitente e perene de implorar por 'um pouco mais'.
Saudade não é olhar pro lado e dizer "se foi". É olhar pro lado e perguntar "cadê?".
Bem, disse tudo. Eu sinto a sua falta, PRETA.

Comecei.




Tive a idéia de criar um blog no dia do aniversário da minha mãe.

Gracinha dela! *--*'

Realmente não sei o que deu na minha cabeça pra fazer uma coisa dessas. Peguei um papel e comecei a rabiscar algumas coisas que eu achava que poderia escrever aqui.

Não consegui NADA de útil. HAHHAHA'

Dei o bolo em uma das minhas BFF pra poder fazer isso, realmente espero que valha a pena :D

Esse é o meu espaço pra compartinhar as coisas toscas que eu penso, então... sintam-se à vontade.